Mamãe gata adota bebê guaxinim

Tem coisas que nos fazem pensar sobre o amor dos animais que não tem fronteiras, nem preconceitos.
Essa história aconteceu nos Estados Unidos, em Jonesboro, Arkansas. Um filhote de guaxinim  de duas semanas foi resgatado, o pessoal do abrigo estava com dificuldades de alimentá-lo, afinal ele ainda mamava, então resolveram colocá-lo junto da mamãe gata de 10 meses que prontamente o aceitou e passou a cuidar dele como se fosse um de seus filhotinhos.
cat mama adopts nurses rescue baby raccoon
Mamãe gata com seus filhotinhos junto do bebê guaxinim.
cat mama adopts nurses rescue baby raccoon animal control
Fonte: daqui ó

Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) para PlayStation 3


Olá amigos,
Hoje descobri uma notícia muito legal: Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) saga Santuário virou um game para lá de bem feito para o Playstation 3. \o/

Resuminho da história pelas minha lembranças daquele tempo ^^

Para quem nasceu nos anos 90 sabe muito bem a febre que este anime se tornou, ele de certa forma, foi o responsável pela reentrada de animes e a divulgação de revistas mangás no Brasil.
Naquele tempo (1998) nada de mangás, só revistinhas que se aproveitavam do nosso rico dinheirinho para falar deles três páginas por número nos obrigando a comprar cada vez mais^^ Daí veio um dos primeiros em português, Hanma ½ que matou o mangá pois as páginas não eram invertidas :/ Depois disso vieram outros, o dos cavaleiros eu comprei todos e até hoje mantenho a minha coleção^^

Hoje toda banca de jornal tem um montão de mangás, saiu no Japão, em pouco tempo sai aqui^^.
Voltando...
Quem não gosta de se lembrar do Hyoga de Cisne, Seiya de Pégasus, Shiryu de Dragão, Ikki de Fênix e Shun de Andrômeda?
Esse desenho me chamou a atenção pela mitologia grega (minha paixão) agregada às constelações (outra paixão plus ++) resultado: Paixão imediata J
Eu amava esse desenho ele foi um dos que marcaram a minha infância, era fanática pelo cavaleiro de cisne que deu origem ao meu apelido na net que uso até hoje. ^^

O desenho dos cavaleiros foi um dos poucos que permaneceram inacabados (saga de Hades), mas que acabou retomado anos depois e com muito sucesso.
Existem diversos sites hoje que disponibilizam download de capítulos dos cavaleiros, quem não conhece pode buscar no Google que acha rapidinho. ;)
Abaixo um vídeo do jogo para Play3



Fiz, deu certo e é uma delícia

Olá amigos,
essa semana estou inspirada com receitas, não que eu seja uma cozinheira de mão cheia. pois não sou, mas essa receita é fácil, rápida e delíciosa ^^. Servi num almoço há alguns anos e o povo adorou, agora vou repetí-la  aqui em casa ;)



Receita enviada em

Loucura na Pressão 


ingredientes


  • 200 g de feijão branco (colocado de molho na véspera por 12 horas)
  • 300 g de arroz parboilizado
  • 200 g de linguiça fina e frita
  • 200 g de bacon cortado em cubos e frito
  • 200 g de cenoura cortada em cubos pequenos
  • 200 g de vagem cortada diagonal (em pedacinhos de 2cm cada)
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher (café) de coloral
  • 1 colher (café) de páprica picante
  • cheiro verde, sal e pimenta a gosto
  • 600 ml de caldo de carne (2 tabletes de caldo de carne dissolvidos em 600 ml de água)

modo de preparo

1- Numa panela de pressão FORA DO FOGO coloque 200 g de feijão branco (colocado de molho na véspera por 12 horas), 300 g de arroz parboilizado, 200 g de linguiça fina e frita, 200 g de bacon cortado em cubos e frito, 200 g de cenoura cortada em cubos pequenos, 200 g de vagem cortada diagonal (em pedacinhos de 2cm cada), 2 dentes de alho picados, 1 colher (café) de colorau, 1 colher (café) de páprica picante, cheiro verde, sal e pimenta a gosto. Acrescente 600 ml de caldo de carne (2 tabletes de caldo de carne dissolvidos em 600 ml de água).
2- Tampe a panela e leve em fogo médio. Quando começar a chiar conte 5 minutos. Desligue o fogo, deixe sair a pressão naturalmente e só depois abra a panela. Sirva imediatamente.

 

Quero fazer neste domingo: Receita de bolinha de queijo

Olá amigos, vi essa receita no programa mais você (reprise no canal viva 18hs) e fiquei morrendo de vontade de comer ;) coloco ela aqui para quem tiver vontade de fazer, ou para dar água na boca mesmo :)
http://mdemulher.abril.com.br/imagem/culinaria/interna-slideshow/receita-bolinha-queijo.jpg

ingredientes

  • 200 g de queijo parmesão ralado na hora (1 e 2/3 xícara de chá)
  • 60 g de farinha de trigo (2 ½ colheres de sopa)
  • 5 g de fermento em pó (½ colher de chá)
  • 2 claras batidas em neve
  • 75 g de queijo prato cortado em cubinhos (com 1,5 cm de lado)
  • ½ xícara (chá) de farinha de rosca

modo de preparo

1°- Numa tigela coloque 200 g de queijo parmesão ralado, 60 g de farinha de trigo, 5 g de fermento em pó, 2 claras batidas em neve e misture bem até formar uma mistura homogênea. Atenção: se você usar o parmesão ralado de saquinho, use três claras batidas em neve, no lugar de duas.
2°- Pegue ½ colher (sopa rasa) da massa (10 g), faça uma bolinha na palma das mãos, faça uma cavidade e coloque 1 cubinho de queijo prato. Envolva totalmente o cubinho de queijo com a massa e forme uma bolinha. Faça isso com o restante da massa e cubinhos de queijo. OBS: a massa da bolinha tem que ter uma camada fininha para derreter o queijo.
3°- Passe as bolinhas na farinha de rosca e frite em óleo não muito quente até dourar. Retire e escorra em papel absorvente. Sirva em seguida.

Atenção

  • o óleo tem que estar, no máximo, à temperatura de 160° C. Se o óleo estiver muito quente, as bolinhas de queijo podem explodir!
  • você pode congelar as bolinhas empanadas, mas sem fritar. Na hora de fritar, retire do congelador e frite em óleo não muito quente.
  • se você quiser assar, coloque as bolinhas de queijo no forno pré-aquecido a 180° C por 15 minutos. Não precisa untar a assadeira.

Arquivistas e biblioteconomistas aderem às novas tecnologias e renovam a profissão

Olá amigos,
hoje especialmente coloco essa reportagem retirada do site Correio do Povo que mostra um pouco sobre a minha profissão. Ao contrário do que um jornalista falou sobre todos os bibliotecários atenderem mal aos usuários, não tenho problemas com ninguém, pois gosto do que eu faço, curto os usuários, trocamos idéias e surgem amizades.
É triste ver uma pessoa generalizando toda uma categoria por causa de um profissional que nem se sabe se é realmente formado na área e se for, reclame para os órgão competentes e não saia escrevendo num meio de informação uma crítica que só faz atrapalhar ainda mais o nosso trabalho, pois só faz aumentar o preconceito das pessoas.

de Janine Souza em 13 de maio de 2012 - Matéria Especial


Foi-se o tempo em que o arquivista era aquele profissional mergulhado em documentos empoeirados e que o bibliotecário era a senhora pedindo silêncio dentro da biblioteca. Quem acha que essas duas profissões estão em vias de desaparecer por conta da era digital, engana-se. Elas passaram por reformulações, com o advento das novas tecnologias, e estão superatualizadas. Ainda, geram boas oportunidades de emprego, principalmente em concursos públicos, que chegam a pagar mais de R$ 6 mil para ambos os cargos. Já na iniciativa privada, o salário médio fica aquém desse patamar, na faixa dos R$ 1,6 mil.
A bibliotecária e arquivista Isabela Siebra Alencar observa que as vagas para esses ramos estão concentradas em empresas de grande porte, como as universidades. “A diferença do serviço público para a iniciativa privada é que o primeiro já sabe do valor desses profissionais, já a segunda desperta aos poucos para a sua necessidade”, diz ela, que é assessora do Sindicato dos Bibliotecários do Rio de Janeiro.
Enquanto isso não acontece, as poucas empresas do ramo faturam alto. De acordo com a Associação Brasileira de Gestão de Documentos, em 2011, 70 organizações dedicadas a guardar documentos de outras companhias dividiram um faturamento de R$ 1,2 bilhão no país, 20% mais que em 2010. O grupo mantém 40 milhões de caixas de papelão de padrão arquivo lotadas de informações de diversos setores, como financeiro, hospitalar e jurídico.
A coordenadora do curso de Arquivologia da Ufrgs, Maria do Rocio Teixeira, diz que os cursos de Biblioteconomia e de Arquivologia estão vivendo um momento de redescoberta. “São profissões que gerenciam documentos e muitos municípios estão precisando deles, principalmente no interior do país”, revela a professora. No RS, além da Ufrgs, essas graduações são oferecidas na Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e na UFSM (nesse caso, só tem Arquivologia).
A procura pelos cursos é baixa. No vestibular da Ufrgs de 2012, foram 3,57 candidatos por vaga na Arquivologia. Já na Biblioteconomia, foi menor ainda: 2,44 candidatos/vaga. No geral, os estudantes são recrutados quando ainda estão no meio do curso para estágio e, na maioria dos casos, efetivados ao término do contrato.
“Existe a procura por estagiários, mas não conseguimos dar conta de preencher as vagas. As instituições demandam pelos arquivistas e também aumentaram as suas remunerações, até para os estágios. Para o bacharel recém-formado, da mesma forma, temos cada vez mais oportunidades”, completa o coordenador do curso de Arquivologia da UFSM, Daniel Flores.

Além das bibliotecas

O bibliotecário tem hoje uma gama de possibilidades que vai além das unidades de informação, tornando-se requisitado no mercado


A arquivista Flávia diz que a profissão traz sempre novidades e revelações guardadas ao longo dos anos (Foto: Tarsila Pereira/CP)
No mercado de trabalho, a informação pode ser a arma do negócio. Nesse sentido, o aumento da competitividade fez com que o bibliotecário saísse das unidades de informação e de trás das mesas das bibliotecas e estendessem a sua área de atuação. “Empresas das mais diversas áreas o requisitam para buscar, reunir, organizar e facilitar o acesso à informação”, afirma Angélica Conceição Dias Miranda, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10 Região (CRB 10) e coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).
Para quem atua na área, outra vantagem é a falta de concorrência. No CRB 10, por exemplo, são apenas 1,2 mil profissionais associados. Com os horizontes ampliados, muitos bibliotecários estão sendo contratados para organizarem tratados, estudos, documentos digitalizados. “Muitos escritórios de advocacia contratam esses profissionais para organizarem a jurisprudência. Ou mesmo hospitais e instituições de ensino médico, que reúnem grande acervo de especialidades e procedimentos, contratam os bibliotecários para pôr essa documentação em ordem”, afirma a professora Samile Vanz, coordenadora do curso de Biblioteconomia da Ufrgs.
O advento das mídias digitais contribuiu para a transformação do trabalho do bibliotecário. “Profissionais de qualquer área precisam ter conhecimentos de informática e de mídias em geral, não sendo diferente na área de Arquivo e Biblioteconomia. É cada vez mais frequente o uso das modernas Tecnologia da Informação e Comunicação no tratamento, guarda, recuperação da informação”, destaca o professor de Arquivologia, Marcelo Marques.
A lei 4.084/62, que reconhece o bibliotecário como profissional, completou 50 anos em março. O primeiro curso de Biblioteconomia no país surgiu em 1911, com a criação da Biblioteca Nacional.

Nenhum dia igual

A rotina não é a mesma. E a cada dia surge uma novidade. Pelo menos é o que garante a arquivista Flávia Conrado, de 29 anos. Natural de Cruz Alta, Flávia se formou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), passou em concurso público e hoje trabalha na Ufrgs, onde é diretora da Divisão de Documentação da instituição. “Sempre gostei de organização. Queria fazer Biblioteconomia, mas a UFSM não tinha o curso. Fui para a Arquivologia e me apaixonei pela profissão. Quem imagina que seja estática, sem alternativas e enfadonha, se engana. Aqui, um dia não é igual ao outro. Sempre surgem novidades e coisas interessantes”, garante ela.
A arquivista conta que a maior parte da documentação é guardada em ambiente higienizado. Mas que as pilhas de papel e a poeira ainda fazem parte do cotidiano. “Quando isso acontece, usamos jaleco, máscara e luvas, os equipamentos de proteção individual”, esclarece Flávia.
Na Ufrgs, os documentos vão para o Arquivo Geral. E as pesquisas a essas informações são sempre reveladoras. “Apesar de administrativa, nossa documentação tem o aspecto cultural do patrimônio, pois guarda a vida escolar de grandes nomes do RS, como ex-alunos do quilate de Leonel Brizola, Paixão Côrtes, Mário Totta, Frederico Westphalen, entre outros”, relata Flávia.

Caminhos do conhecimento



A Internet ajuda Michelângelo a aprimorar o seu trabalho (Foto: Mauro Schaefer/CP)
Para atuar com os livros, o bacharel em Biblioteconomia Michelângelo Viana, 37 anos, foi além dessa graduação. Coordenador de Sistemas da Biblioteca Central Irmão José Otão, da PUCRS, ele também tem formação em Análise de Sistemas e em Administração e ainda tem inglês fluente. “Sempre tive a preocupação em ter um nicho específico de trabalho, por isso busquei desenvolver conhecimentos de informática. Hoje, sou responsável pela integração da base de dados da biblioteca”, relata.
A Biblioteca Central Irmão José Otão é considerada uma das unidades com mais recursos tecnológicos do Estado. “Quando entrei aqui, tínhamos 50 computadores em uma sala, Atualmente, são 350 espalhados pelo prédio, que tem sete andares. E, desde 2005, as pessoas podem acessar a biblioteca pela Internet, fazendo de casa ou do trabalho a renovação do empréstimo, acessando o acervo digital e fazendo reservas, por exemplo”, enumera Viana.
A tecnologia é algo que está aparente no trabalho do bibliotecário. “Estou o tempo todo ligado em tudo o que acontece no que diz respeito às bibliotecas. Participo de simpósios e de encontros internacionais mundo afora para me manter atualizado. Procuro na Internet assuntos relacionados e vejo como podemos aplicar aqui essas novidades”, diz.
Para aumentar a riqueza de material disponível na biblioteca, Viana divulga um dos novos empreendimentos. “Estamos desenvolvendo um projeto que reúne todas as publicações dos professores da PUCRS, o que chamamos de Repositório Institucional. E também assinamos várias revistas e livros digitais”, comenta. Sobre a profissão, Viana diz que faz falta a existência de um sindicato para a categoria. “Isso é uma coisa que precisa acontecer ainda. Mas o bibliotecário tem que ter na mente que a nossa principal função é fornecer os caminhos para que as pessoas possam acessar o conhecimento”, completa.
Reportagem: Nildo Jr – nildo@correiodopovo.com.br
Edição: Janine Souza – janinesouza@correiodopovo.com.br
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/planodecarreira/?p=200

Feliz Dia das mães!!!

Feliz dia das mães!
Para todas as mães, as experientes, as de primeira viagem, as vovós, as madrastas, que este dia seja cheio de alegria e que essas alegrias continuem nos próximos dias, anos...



Cosplay do Homem de Ferro tão realista que parece de verdade

Neste mundo onde hoje quase tudo é possível, um cara conseguiu reproduzir quase em sua totalidade (não atira nem voa, heheh) a roupa do homem de ferro...
Artista vem aperfeiçoando seu trabalho desde o lançamento do primeiro filme e já alcança bons resultados.
Anthony “Master” Le criou sua primeira armadura do Homem de Ferro em 2008, apenas uma semana antes do filme ser lançado no cinema. De lá pra cá, ele já desenvolveu diversas outras versões do exoesqueleto motorizado, sempre aperfeiçoando suas engrenagens e desenvolvendo novas tecnologias.
O ápice de suas criações é este cosplay que você pode ver no vídeo acima: a Mark VII, nova armadura usada por Tony Stark no filme “Os Vingadores”. Com ela, Le consegue executar movimentos automatizados, que deixam sua estrutura ainda mais impressionante e realista.
OK, ele não pode voar e nem atirar com o laser da sua mão, mas isso seria pedir demais para um cosplay. De qualquer forma, o trabalho feito com essa armadura é realmente incrível.
Fonte: Kotaku, Master Le


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/23083-cosplay-do-homem-de-ferro-e-incrivelmente-realista-video-.htm#ixzz1uCv4cAWQ

Marvel disponibiliza HQs gratuitos

A editora Marvel disponibilizou 268 títulos do vasto acervo em quadrinhos online.
 
Histórias do Capitão América, Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Thor, Homem-Aranha, X-Men, Hulk e mais cinco mil personagens de HQs podem ser acessadas gratuitamente.

As histórias disponíveis são edições antigas e recentes.
 
Entre a lista de edições estão clássicos como Capitão América e Os Vingadores; e raridades como a Amazing Fantasy #15, de 1962, e a HQ de estreia do Homem-Aranha, cujo original custa, em média, duzentos mil dólares.
Acesse o link aqui

Fonte daqui Ó

10 passeios bate e volta saindo de São Paulo

Olá amigos, vi essa matéria no IG e achei show, confira abaixo: 

Aproveite o feriado para se divertir com a família pertinho da capital

Redação iG São Paulo
A poucos quilômetros de São Paulo, há locais com belezas naturais, construções históricas e roteiros com muita aventura e adrenalina. De carro, em geral, a viagem ao destino escolhido está a menos de 3 horas, ideal para quem deseja sair um pouco da capital e ter um fim de semana diferente seja na praia ou na montanha.


1. Embu das Artes

Foto: AE Embu das Artes conta com várias opções de compras

Distância: 30 quilômetros de São Paulo
Celeiro de pintores, escultores, músicos e poetas, a estância turística abriga uma famosa feira de arte e artesanato que reúne mais de 450 expositores, com produtos de couro e tecido, pinturas e esculturas. A seção do verde, com hortifrutigranjeiros, flores e plantas ornamentais, complementa a diversidade. Vale esticar o passeio pelas lojas de móveis rústicos, antiquários, galerias de arte e ateliês no centro histórico depois de provar os comes e bebes das barracas da feira.
Como chegar:
De carro - Pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), com acesso a partir da Marginal Pinheiros, pela Raposo Tavares/Rodoanel ou pela Avenida Francisco Morato.
Observação do Blog Coisas Legais que Curto: No Embu também tem o Parque Francisco Rizzo, ótimo para quem gosta de caminhada ou só passear em parques:
http://www.embu.sp.gov.br/e-gov/public/imagens/2011/01/3103.jpg


2. Águas de São Pedro

 

Distância: 180 quilômetros de São Paulo
Destino para quem busca tranquilidade. Entre as atrações estão estâncias e águas famosas por suas propriedades terapêuticas – as fontes Gioconda, Juventude e Almeida Salles são as que mais atraem visitantes. Para respirar o ar puro de uma cidade típica do interior, uma dica é o Parque das Águas, com 64 mil metros quadrados de jardins, gramados, pistas de corrida, skate e ciclovia. Com crianças a tiracolo, não deixe de visitar o Thermas Water Park, cujos toboáguas fazem a diversão dos pequenos.
Como chegar:
De carro - Partindo de São Paulo, acesse a Rodovia Anhanguera (SP-330) no sentido de Americana e siga depois pela Luiz de Queiroz. O trajeto também pode ser feito pela Bandeirantes (SP-348) ou pela Washington Luís (SP-310).


3. Boituva

Foto: Getty Images Mude a sua rotina com um passeio de balão

Distância: 100 quilômetros de São Paulo
Conhecida como a capital do paraquedismo, possui um centro para a prática do esporte com infraestrutura completa, de instrutores habilitados a aviões. Há dezesseis escolas que oferecem o passeio, como a Paraquedismo Boituva – tel. (15) 3263-1645 –, que já levou os atores Daniele Suzuki e Jonatas Faro e a apresentadora Anna Hickmann para saltar. Passeios de balão são outra atração da cidade. A aventura proporciona uma vista incrível das paisagens da região e dura cerca de 40 minutos. É necessário agendar com empresas como a Passeio de Balão pelo telefone – tel. (11) 2059-0761.
Como chegar:
De carro - O acesso se dá pelo km 116 da Rodovia Castelo Branco (SP-280) no trevo Boituva-Iperó.

4. Campos do Jordão

 

Distância: 167 quilômetros de São Paulo
A cidade associada ao luxo, chamada de Suíça brasileira, atrai casais endinheirados principalmente na estação mais fria do ano com a programação extensa de música clássica do Festival Internacional de Inverno. Outros atrativos são os aconchegantes chalés e restaurantes que servem de fondues a pratos com trutas, peixe mais famoso da serra. Tirolesa, patinação no gelo e passeio a cavalo são algumas das atividades disponíveis na temporada.
Como chegar:
De carro - Saindo de São Paulo pela Marginal do Tietê, tomar a Ayrton Senna (SP-70) até o final, que desemboca na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, a qual dá acesso a Campos do Jordão.

5. Guarujá

Foto: Getty Images Mesmo com pouco tempo, dá para aproveitar um dia na praia

Distância: 87 quilômetros de São Paulo
Com bons restaurantes, bares, hotéis e shopping centers, a cidade litorânea com boa infraestrutura vive lotada no verão. Para badalação, as praias Pitangueiras, Astúrias, Enseada e Pernambuco são as indicadas. Mas se a ideia é fugir das multidões, percorra praias como Camburi, Branca e Iporanga, cujo acesso é controlado por condomínio no km 17,5 da estrada para Bertioga. Esportistas também têm vez e podem praticar escalada, surfe e caminhadas em diversas trilhas.
Como chegar:
De carro - Saindo de São Paulo, entre no sistema Anchieta-Imigrantes, desça a serra e pegue a saída para a Rodovia Piaçaguera-Guarujá (Rodovia Cônego Domênico Rangoni), a partir de um entroncamento da via Anchieta no município de Cubatão.

6. Juquitiba

 

Distância de São Paulo: 75 quilômetros de São Paulo
Referência em esportes de aventura no estado de São Paulo, o destino atrai interessados em praticar tirolesa, arvorismo, canoagem e rapel, atividades que custam de R$ 20 a R$ 150 por pessoa, realizadas em áreas preservadas da Mata Atlântica. O destaque é o rafting no Rio Juquiá, que faz da cidade a sede de campeonatos importantes, com suas corredeiras, ondas e quedas. Antes de sair de casa, reserve o passeio com agências como a Canoar Rafting e Expedições – tel. (11) 2856-5777. Não se esqueça de levar uma muda de roupa para troca.
Como chegar:
De carro - Saindo de São Paulo, ir até o município de Taboão da Serra e pegar a Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), passando por Embu, Itapecerica da Serra e São Lourenço da Serra.

7. Paranapiacaba

Foto: AE Trecho do Rio Mogi na chegada à Raiz da Serra, em Paranapiacaba

Distância: 71 quilômetros de São Paulo
O patrimônio arquitetônico da vila ferroviária construída no século 19 para abrigar os trabalhadores da companhia inglesa São Paulo Railway é tombado por órgãos nacionais e estaduais de preservação do patrimônio histórico e artístico. Localizada no alto da Serra do Mar, com bela vista da Mata Atlântica, reúne atrações turísticas como o Museu Castelinho, que conta a história do local, gerenciado pela Prefeitura de Santo André; Clube União Lyra Serrano, sede das principais atividades culturais; Museu Funicular do Trem, que preserva antigas locomotivas; e uma réplica do relógio londrino Big Ben. Promove um Festival de Inverno, com shows musicais e gastronomia, que costuma ocorrer anualmente no mês de julho.
Como chegar:
De carro - Pegue a Rodovia Anchieta até o km 29 e siga a placa para Ribeirão Pires. Entre na Estrada Velha de Santos (SP-148) até o km 33. Acesse a Rodovia Índio Tibiriçá (SP- 31) até o km 45,5. Siga pela SP-122 que chega a Paranapiacaba.
De trem - Embarque na Estação da Luz com destino a Rio Grande da Serra. De lá, pegue o ônibus integração, que parte a cada meia hora nos fins de semana.


8. São Roque


 

Distância: 60 quilômetros de São Paulo
Nos 10 quilômetros de extensão da batizada Estrada do Vinho, há muitas vinícolas com boa infraestrutura para receber turistas, com restaurantes e visitas ao setor de produção da bebida. Vale conhecer também a Capela de Santo Antônio e a Casa Grande do Capitão Fernão Paes de Barros, construções da época dos bandeirantes, feitas de taipa de pilão. Esqui e snowboard podem ser praticados no Ski Mountain Park, em um morro no alto da cidade.
Como chegar:
De carro - Seguir pela Rodovia Castelo Branco (SP-280) em direção a Sorocaba. Na saída 54-B, entre para São Roque na SP-53/280. É só percorrer cerca de 10 quilômetros até a entrada da cidade. O acesso também pode ser feito pela Raposo Tavares (SP-270).


9. Santos

Foto: Getty Images Santos oferece passeios atraentes pertinho de São Paulo

Distância: 72 quilômetros de São Paulo
Em uma das cidades mais antigas do país, perambule pelas ruas do centro histórico a pé ou de bonde, cujo passeio de 15 minutos leva o visitante para as principais atrações. Conheça ainda o Aquário Municipal, o Museu do Porto, que registra sua história por meio de imagens, e a Bolsa Oficial de Café, que reúne em um imponente prédio, com painéis e vitrais de Benedito Calixto, cafeteria e museu. Se sentir falta da brisa do mar, programe uma caminhada pela orla.
Como chegar:
De carro - A partir de São Paulo, são duas opções para descer a serra de carro: a Rodovia Anchieta (SP-150) e a Imigrantes (SP-160).

10. Vinhedo

 

Distância: 81 quilômetros de São Paulo
O km 72 da Rodovia dos Bandeirantes tem dois importantes pontos para quem viaja com criança: o Hopi Hari, principal parque de diversões do país, com mais de cinquenta brinquedos, e o aquático Wet`n Wild, equipado com piscinas e toboáguas voltadas para adultos e pequenos. Aproveite a ida à cidade para fazer compras no Outlet Premium São Paulo, um shopping a céu aberto que abriga oitenta lojas de grifes nacionais e internacionais em terreno de 100 mil metros quadrados. A festa da uva, em fevereiro, também costuma atrair visitantes para a região.
Como chegar:
De carro - De São Paulo, acesse a Rodovia Anhanguera (SP-330) ou a Bandeirantes (SP- 348). Se optar pela última, mude para a Anhanguera no entroncamento das duas rodovias, sentido Jundiaí, Vinhedo ou Itatiba.

Cão cego tem o seu próprio cão guia

Muito show essa notícia, mostra o quanto os animais se importam, o quanto eles percebem os problemas uns dos outros e não medem esforços para ajudar. Eu tenho um gato da raça Maine Coon que toda vez que vê algum gato da casa se engasgando, imediatamente ele corre em socorro e morde de leve a garganta do outro gato para ajudar a passar o engasgo.  Um dia quando eu conseguir filmá-lo fazendo isso, coloco aqui no blog.

Notícias sobre cães que ajudam outros cães cegos tem muitas, mas essa em especial me chamou a atenção, pois os cães se conheceram num canil e a cadela guia não tem nenhum treinamento, só usa a noção que tem sobre o amigo cego.

 Leia o texto abaixo do site Diário Digital e assista ao vídeo em inglês:


Um cão cego e com epilepsia tem um companheiro de quatro patas que o guia para se movimentar. Incapaz de ver desde o seu nascimento, há dois anos e meio, o Golden Retriever, chamado Tanner, sofre também ataques frequentemente, segundo a KTUL-TV.

De momento, os funcionários de uma clínica veterinária em Oklahoma estão à espera que alguém compre o par de cães.
O veterinário Mike Jones disse que anteriormente, o Tanner caminhava nervosamente e não controlava as suas funções corporais, mas isso veio a mudar quando conheceu Blair, uma cadela (Labrador) que deu entrada no hospital veterinário com os seus próprios problemas.
Segundo os funcionários, Blair estava muito inquieta após ter sido alvejada, e um encontro casual com Tanner ajudou a mudar a sua vida.
Imediatamente, Blair começou a «guiar» o Tanner pelo recinto, com a sua trela na boca.
Desde que se conheceram, o Tanner nunca mais sofreu um ataque, garantiu o doutor Jones, que sublinhou não ter dúvidas sobre a Blair saber que o seu amigo é cego.